Olá de novo

quarta-feira, agosto 21, 2019


Tudo, sem nenhuma exceção, vai lhe exigir algo, seja algo difícil ou fácil de se fazer, até mesmo para escrever esse texto, me é exigido tempo, conhecimento, e claro, um certo grau de responsabilidade, que talvez eu tenha, talvez não. No geral seus objetivos vão lhe cobrar um preço justo, como meu objetivo de eliminar 7kg, me exige que eu faça algum exercício físico (e é justamente nessa parte que esse objetivo perde o sentido). 

Houve um tempo em que tudo era muito mais difícil do que hoje, com todo esse acesso fácil a informação, e fora o fator mais importante que é: hoje temos a oportunidade de ter mais preparo antes de realmente chegar à parte ‘difícil’ da conquista do nosso objetivo, como por exemplo, a questão de eliminar 7kg, hoje tenho pessoas ao meu redor que querem me ajudar com relação a isso, existem academias que lhe propõem a experiência de um ambiente adequado a isso, a única complicação é: “o quanto eu estou disposto?”.

E chegamos nesse ponto crucial da decisão; decidir principalmente sobre o nível de dificuldade que estamos dispostos a suportar, no geral, não estamos nem sequer dispostos, e aí vem algo muito importante que venho acompanhando nos últimos meses, com Thiago Nigro, Joel Jota, Caio Carneiro e muitos outros que me estão me ajudando a ver a vida de forma mais centrada e validade de sacrifícios para certas conquistas, ou seja, existem certos objetivos, principalmente aqueles dos quais temos clareza, que se valida um certo nível de dificuldade, se faz perceber o sacrifício e tudo bem, você necessita passar por isso para conquistar. 

Ao mesmo tempo devemos perceber, ter tato suficiente para saber se nosso objetivo requer todo esse sacrifico que está sendo exigido, e voltando para os 7kg, exige todo esse sacrifício sim, mas não dá forma que talvez meu cérebro mal acostumado esteja pensando, talvez não seja tão ruim, talvez eu deva apenas olhar de forma mais específica, como 1kg por mês, ou colocar pequenas metas, bem, o que quero dizer (já me ensinando) e que o preparo e a criação de novos hábitos para uma certas conquistas está dentro das coisas válidas como sacrifícios para a conquista do seu objetivo, seja ele qual for, lógico, sem prejudicar ninguém, principalmente você. 

Vamos concluir esse texto. 

Esse ano tive a oportunidade de conhecer pessoas e estar presente em lugares onde realmente está sendo válido o sacrifício da criação de novos hábitos, novos aprendizados, enfim, creio que poderia hoje dizer que tenho melhorado a mim mesmo para conquistar aquilo que desejo, e estou me adaptando a questões que antes talvez poderia pensar ser absurdo. 

Eu diria que sou uma nova pessoa, mas isso deixou de fazer sentido a um tempo; eu diria hoje que sou o mesmo, mas que estou melhorando, me adaptando, me certificado de que daqui pra frente eu realmente conquiste tudo o que planejei. 

Até o próximo texto.

25 anos

quarta-feira, junho 05, 2019




Hoje existem algumas poucas pessoas na minha vida, uma média aceitável de 3, que caso alguém pergunte a elas o que eu gostaria de ganhar de aniversário, elas teriam o maior orgulho de dizer vários itens sem errar nenhum, assim também há aquelas ainda que podem até me conhecer, mas responderiam: roupa. Não que eu esteja acusando as pessoas à minha volta, ou algo assim, tudo o que tenho hoje é algo que plantei a muito tempo, isso é consequência de algo que eu simplesmente fiz acontecer durante esses 25 anos.

E assim eu levo minha vida, longos 25 anos, muitas memórias interessantes, incontáveis vivências, algumas coisas que gostaria, talvez, de ter feito e forma diferente. Não sigo a linha de raciocínio geral que insiste em admitir que devemos nos arrepender de coisas “ruins”; mesmo concordando que muitas vezes devemos aprender a não repetir os nossos erros, mas aprender com eles (como cristão tento ao máximo separar “erro” de “pecado”, então, leia de forma condizente com a situação), ou seja, erre, e erre muito, mas no fim do dia, reveja seus atos e absorva apenas o que lhe fez bem e tente ao máximo neutralizar os hábitos que são nocivos.

Cheguei aos 25 colhendo o que plantei durante a vida toda, felizmente aprendo com meus erros, e embora esteja colhendo algumas coisas ruins, ainda temos algumas coisas boas acontecendo; óbvio que tento melhorar a cada dia, a cada pensamento e a cada momento, mas necessito dizer que mudar de hábito não é e nunca vai ser algo fácil, e de instante não tão gratificante, mas garanto, prestar atenção apenas no seu presente ou passado sem sequer considerar um futuro não é algo muito inteligente.

Já escrevi diversas vezes sobre como você pode e deve viver sem arrependimentos, colocando sua felicidade acima de todos e que está tudo bem ser egoísta; mas, ainda seguindo a linha de pensamento “final de texto=conselho”, preciso alertar, principalmente aos mais “novos”, que nós vivemos essa vida apenas uma vez, não tenha medo de estragar tudo, mas tente não estragar tudo, seja você mesmo, mas tudo bem mudar as vezes, não se arrependa dos seus erros, mas não espere cometer erros para se certificar que são erros, pense antes de agir e falar, ok? Ok.

Acho que o conselho não foi exatamente para vocês, e sim pra eu mesmo. 

Nos vemos no próximo texto.






Tempo

quarta-feira, fevereiro 20, 2019

person writing on brown wooden table near white ceramic mug






















Em um dia normal eu diria com toda a certeza que não estou postando textos o suficiente, e/ou que esta me faltando inspiração, mas eu encaro realidades todos os dias da minha vida, e acho que não deveria já nesse começo de ano mentir para eu mesmo, ao menos não dessa forma.

Escrever sempre vai fazer parte da minha vida, há quem diga que eu amo textos que não fazem sentido para a realidade vivida pelo brasileiro (sim, isso já foi usado como elogio); mas escrever, e principalmente, escrever textos para postar, requer não apenas inspiração, requer vivência, requer tempo, requer que minha mente não esteja presa a mais nada, uma atenção que requer uma mente tranquila, portanto, mesmo que eu esteja muito inspirado e pronto para escrever, ainda sim o ambiente e talvez eu mesmo, não esteja pronto o suficiente para produzir um texto bom o bastante para eu postar.

Tanto existe essa realidade que eu tenho um caderno de textos, onde eu escrevo, mesmo que tenha um computador por perto, gosto de exercitar a escrita sem a necessidade do corretor, enfim, nesse caderno existem texto pessoais, textos conclusivos, roteiros, pensamentos que eu consegui concluir com alguma situação vivida, e assim por diante, coisas que eu não postaria, ou ainda não postei por falta de tempo e planejamento. 

Acredito que o que eu quero passar com esse texto nada mais é do que uma justificativa para não postar com tanta frequência como eu realmente gostaria. Me propus a postar no mínimo três dias na semana, sobre assuntos diferentes; um dia sobre séries, um dia com texto relevantes para mim, fosse auto ajuda, fosse apenas uma dica, uma indignação, enfim, e outro dia apenas para meus contos, algo que eu deveria me dedicar mais.

Mas não contradizendo tudo o que você acabou de ler, devo admitir que ainda quero cumprir meu planejamento, lógico que tudo é uma questão de eu me organizar, e claro que no mais tardar do provável eu  devo pular o marketing de um ou dois textos, uma vez ou outra, mas de todo jeito, em qualquer circunstância, os textos estarão lá. 

Nos vemos no próximo texto. 

Merlí

segunda-feira, fevereiro 18, 2019
Imagem relacionada

Pois finalmente assisti à ultima temporada de Merlí, algo que realmente, pensando melhor, não é algo bom, afinal eu amava assistir a cada episódio, um ensinamento atrás de outro.

Foram 3 temporadas e cerca de 40 episódios, todos com ensinamentos importantes, e em cada um podemos ver com clareza a mensagem, de certa forma tudo é proposital, as vezes dá pra saber quando o ensinamento simplesmente vem de forma acidental.

Bem, a história gira em torno de Merlí Bergeron, um professor de filosofia, que embora seja professor de uma matéria um tanto “dispensável”, nunca deixou de fazer das suas aulas um grande circo cheio de nomes de pensadores importantes para cada época, fora os ensinamentos claros sobre cada pensador, cada filósofo, em um único episódio, caso esteja aberto a essa possibilidade, ele consegue te fazer repensar muitas coisas em sua vida, e acredito ser esse o maior motivo pelo qual amo essa série, de certa forma ela me fez pensar em minha vida, quase como algo invasivo, porém aceitável.

Óbvio que não temos apenas um personagem principal, é como se todos os outros personagens de certa forma fizessem sua história ser importante, cada um com seu “problema” pessoal e com a ajuda, principalmente de Merlí, conseguindo resolver, mesmo que em alguns casos os problemas se procriam sozinhos, ainda sim no final vemos a resolução para todos eles.

Na primeira e segunda temporada focamos em dois personagens, ao menos ao meu ver, e algumas histórias secundárias, desde Bruno, filho de Merlí, que vive em seu dilema por ser gay e de início não se aceitar, e mesmo após se aceitar sofrer por amor, temos também Pol Rúbio, que vive o dilema, igualmente ao Bruno, dr sua sexualidade, porém de forma bem reduzida, pois além disso vive em sua casa problemas sérios, fossem financeiros ou problemas paternos, havia Merlí para ajudá-lo. E várias histórias secundárias, como a de Ivan que é um jovem que após muito Bulling começa a sofrer de agorafobia, e após muita ajuda e, de certa forma, análise de Merlí o jovem acaba por voltar a frequentar a escola.

E essas foram apenas fragmentos de tudo o que é apresentado nesta série, desde problemas juvenis, que são considerados sérios, até problemas adultos, que por muito sofrem, mesmo com a facilidade de serem os adultos.

Merlí nunca deixou passar nada, ou seja, sendo sempre 100% sincero e de um jeito que todos o respeitavam por isso, mesmo em sua “teimosia” e arrogância era bem visto.

A essa série não resta outra nota se não um 10, talvez até mais. Enfim, recomendo e peço que se preparem para todo tipo de surpresa.

Até o próximo texto.

Ao amor, quando encontrá-lo

sexta-feira, fevereiro 15, 2019
women's red and black long sleeve dress


Não é tão antiga essa história, ao menos não é antiga ao ponto de alguém começar ela com “era uma vez”, mas de início queria dizer que sou apenas um espectador, e não protagonista, aliás um excelente espectador. Vamos começar:
A primeira vez que vi o acontecimento eu achei clichê e totalmente sem sentido, ao menos que eles fossem esse tipo de casal, bom, agora já sabem que vou contar uma história quase romântica, e o ‘quase’ seria pelo fato de eu não saber escrever de forma romântica.
Todos os dias ao pegar um certo ônibus, no horário das 7 da manhã, vazio, o que por sinal era algo raro naquela rota, mas não raro naquele horário, algo que fazia com que eu me sentisse sortudo. Como disse, todos os dias eu via entrar no ônibus um senhor, que aparentava ter por volta de 50 anos, ou mais, o importante era o que acontecia antes dele entrar, sua esposa, ao menos eu acho que era, lhe dava um beijo profundamente apaixonado e lhe dizia algo nos ouvidos que eu sinceramente, ao olhar, achava uma atitude totalmente amorosa, e de valor imensurável.
Ao se passar cerca de um ou quase dois meses vendo essa cena magnífica, e lembrando como meus pais se tratavam, e percebendo quanto amor poderia haver em diversas situações dentro desse tipo de relacionamento, eu senti falta desse senhor em várias viagens, cerca de 5 dias se passaram e por sentir sua falta não teve como eu não procurar saber o porquê.
Em um dos dias quando passava de ônibus no mesmo local avistei a esposa do bom senhor, parada no ponto de ônibus, lendo um livro, e no mesmo instante pedi para descer do ônibus, e fui ao encontro daquela senhora.
Ao chegar e cumprimentá-la, percebi que não fazia muito tempo que havia chorado, perguntei sobre o tal senhor, e ela me confirmou que era sua esposa, e me disse que ele havia falecido havia 6 dias, constantemente chorosa, e com medo do futuro, ela me disse: A vida te dá apenas uma chance de ser feliz com seu amor, então dê ao máximo de valor a esse amor, quando encontrá-lo.
Eu sinceramente, chorei de uma forma descontrolada, após ouvir toda a história dele, e sua luta constante contra certas doenças, e a forma como aquela mulher estava do seu lado o tempo todo, e ainda após sua morte não conseguia parar de estar com ele.

De Fato, cheguei à conclusão de que essa história não seria romântica, ou trágica, e sim a verdade com relação à vida. Portanto de valor ao amor, quando encontrá-lo.